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A exposição inaugural da Amorpho contou com trabalhos de Daniel Rodrigues, Diogo Barros Pires, Madalena Caiado, Rami Moughabghab, Rui Castanho e Vera Midões, no primeiro espaço inusitado convertido pela plataforma.

Publicado pelo The New York Times, The Wall Street Journal e The Washington Post, para citar alguns, o fotojornalista premiado, acredita no poder da arte para captar a atenção para pessoas e lugares onde a ajuda é necessária.

Com uma prática multidisciplinar, Diogo explora diferentes formatos, movidos pela sua memória e alimentados por imagens herdadas da história, literatura, cinema e relações espontâneas com os momentos transitórios do seu quotidiano. Embora dominado pelo formato de pintura, a sua coleção varia entre esboços em giz de cera, pinturas a óleo, colagens, fotografias, novos mídias e performance.

Madalena Caiado

À semelhança da sua formação académica diversificada, o trabalho de Madalena Caiado consiste principalmente na investigação, ou seja, a repetição e a continuidade acabam por ser uma alternativa à inspiração. Em vez de se concentrar num tipo de media, Madalena Caiado deixa que a variação dos materiais realce a investigação que o próprio trabalho se destina a fazer.

Nascido e criado em Bayada, uma cidade pitoresca nos arredores de Beirute, Rami Moughabghab vive em Lisboa há 5 anos. Com formação em engenharia, um MBA, mais de 15 anos de experiência em petróleo e gás, indústria tecnológica, banca de investimento e em desenvolvimento imobiliário, Rami encontra consolo na captura de fragmentos de tempo com a fotografia. A sua prática navega entre a fotografia digital e a fotografia com drone, com ênfase na luz.